Gnomos - Terra
Os elementais que vivem no corpo atenuado da Terra, que se denomina éter terrestre, agrupam-se sob a denominação geral de Gnomos. Assim como existem muitos tipos de seres humanos evoluindo através dos elementos físicos objetivos da natureza, também há muitos tipos de gnomos desenvolvendo-se através do corpo etérico da natureza. Os Gnomos são chamados espíritos das árvores, os "homenzinhos velhos da floresta". Eles constroem casas com substâncias que se parecem com o alabastro, o mármore e o cimento, mas a verdadeira natureza desses materiais é desconhecida no plano físico. Afirma-se que cada arbusto, cada planta, cada flor tem o seu espírito da natureza, que freqüentemente usa o corpo físico da planta como sua habitação. Quando uma planta é cortada e morre, seu elemental morre junto com ela, mas enquanto existir o menor traço de vida nesta planta, ela mostrará a presença do elemental guardião. Os Gnomos sempre se colocaram à disposição dos homens, desde que este nunca use seus poderes de maneira egoísta, para adquirir o poder temporal. Uma atitude desta faz com que estes elementais se voltem com toda sua fúria contra aquele que o decepciona. Os Gnomos são governados por um rei, pelo qual têm um grande amor e reverência. Seu nome é Gob; daí seus súditos serem frequentemente chamados gobelinos. Os Gnomos casam-se e têm famílias, e as mulheres gnomos são denominadas gnomidas. Alguns usam roupas tecidas do elemento em que vivem. Em outros casos a sua vestimenta é parte deles mesmos e cresce com eles como o pêlo dos animais. Afirma-se que eles sejam muito gulosos e que gastam uma grande parte do tempo comendo; mas ganham o seu alimento através de um trabalho diligente e consciencioso. Muitos são de temperamento avaro e gostam de acumular coisas escondidas longe, em plantas secretas. Existem provas abundantes de que as crianças pequenas frequentemente vêem gnomos, na medida em que seu contato com o lado material ainda não está completo e que elas funcionam, mais ou menos conscientemente, nos mundos invisíveis.
Ondinas - Água
Assim como os gnomos estão limitados em sua função aos elementos da terra, as Ondinas, os elementais da água, funcionam na essência invisível e espiritual, chamada éter úmido. A beleza parece ser uma característica comum dos espíritos da água. Onde quer que as encontremos representadas na arte e na escultura, são sempre cheias de graça e simetria. Controlando o elemento água - que sempre foi um símbolo feminino - é natural que os espíritos da água sejam com mais freqüência simbolizados como mulheres. Existem muitos grupos de Ondinas. Algumas habitam cataratas, onde podem ser vistas entre os vapores; outras têm o seu habitat nos pântanos, charcos e brejos. Entretanto outras, ainda, vivem em claros lagos de montanha. Em geral quase todas as ondinas se parecem com seres humanos na forma e tamanho, embora aquelas que habitam os rios e fontes tenham proporções menores. Normalmente elas vivem em cavernas de corais ou nos juncais à margem dos rios oudas praias. As Ondinas servem e amam sua rainha, Necksa. Elas são, antes de tudo, seres emocionais, amigáveis para com a vida humana e que gostam de servir à humanidade. às vezes são representadas cavalgando golfinhos marinhos e outros peixes grandes, e parecem ter um amor especial pelas flores e plantas, às quais servem de maneira tão devotada e inteligente quanto os gnomos. Os antigos poetas diziam que as canções das ondinas eram ouvidas no vento oeste e que sua vidas eram consagradas ao embelezamento da Terra material.
Salamandras - Fogo
O terceiro grupo de elementais são as Salamandras, ou espíritos do fogo, que vivem no éter atenuado e espiritual que é o invisível elemento do fogo. Sem elas, o fogo material não pode existir; um fósforo não pode ser aceso e nem a pólvora produzirá suas chispas. O homem é incapaz de se comunicar adequadamente com as Salamandras, pois elas reduzem a cinzas tudo aquilo que se aproxima. Muitos místicos antigos preparavam incensos especiais de ervas e perfumes, para que quando queimados, pudessem provocar um vapor especial e assim formar em seus rolos a figura de uma Salamandra, podendo assim sentir a sua presença. Muitas Salamandras são vistas na forma de bolas ou línguas de fogo correndo através dos campos ou irrompendo nas casas. Para muitos aqui no Brasil, costuma-se chamar estas aparições de "fogo-santelmo". Mas, a maioria dos místicos afirma que as Salamandras são seres gigantes, imponentes e flamejantes em roupas fluídas, com uma armadura de fogo. Elas são os mais poderosos dos elementais e têm como seu regente um magnifíco espírito flamejante chamado Djim, terrível e aterrorizante na sua aparência. Os antigos sábios sempre foram advertidos para manter-se a distância delas, pois os benefícios derivados do seu estudo freqüentemente não eram proporcionais ao preço que se pagava por eles. Elas possuem especial influência sobre as criaturas de temperamento ígneo e tempestuoso. Tanto nos animais como no homem, as Salamandras trabalham através da natureza emocional por meio do calor corpóreo, do fígado e da corrente sanguínea. Sem sua assistência, não haveria calor.
Silfos - Ar
No último discurso de Sócrates, tal como foi preservado no Fédon de Platão, o filósofo condenado à morte diz: "... acima da Terra, existem seres vivendo em torno do ar tal como nós vivemos em torno do mar, alguns em ilhas que o ar forma junto ao continente; e numa palavra, o ar é usado por eles tal como a água e o mar o são por nós, e o éter é para eles o que o ar é para nós. Mais ainda, o temperamento das suas estações é tal, que eles não tem doenças e vivem muito mais tempo do que nós, e têm visão e audição e todos os outros sentidos muito mais agudos que os nossos, no mesmo sentido que o ar é mais puro que a água e o éter do que o ar. Eles também têm seus templos e lugares sagrados em que os deuses realmente vivem, e eles escutam suas vozes e recebem suas respostas; são conscientes da sua presença e mantêm conversação com eles, e vêem o Sol, a Lua e as estrelas tal como realmente são. E todas suas bem-aventuranças são desse gênero".
Eles são os mais altos de todos os elementais, já que seu elemento nativo é o de mais alta taxa vibratória. Vivem centenas de anos, freqüentemente atingem um milênio de idade e nunca parecem envelhecer. O líder dos silfos é chamado Paralda e afirma-se que vive na mais alta montanha da Terra. Alguns acreditam que os Silfos se reúnem em torno da mente de um sonhador, dos artistas, dos poetas, e os inspiram com seu conhecimento íntimo das maravilhas e obras da natureza. Seu temperamento é alegre, mutável e excêntrico. A eles atribuem a tarefa de modelar os flocos de neves e arrebanhar as nuvens, tarefa esta que desempenham com a ajuda das Ondinas, que lhes fornecem a umidade.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
cont. dos Elementais
Elementais
Seres como Duendes, Fadas e Elfos povoam histórias e lendas de diversas regiões do planeta. Sem dúvida encontraremos criaturas similares não apenas na aparência, mas também nas impressões que transmitem ao homem. O Yeti, por exemplo, famoso monstro que habita as montanhas do Tibete, encontra seu parente na figura americana do Pé Grande, e ambos têm sua versão européia representada pelo Barbegazi (corruptela do francês de Barbes Glacées - ou barbas geladas), encontrado nos Alpes. Duende, em suas mais variadas versões, é outro ser que povoa o folclore mundial; o Saci Pererê brasileiro, o Leprechaun irlandês, o Brownie escocês, os Djins orientais, os Kilykais da Nova Guiné e uma infinidade de outros seres de incrível semelhança vêm provar que toda lenda têm um fundo de verdade. Analisando tantas histórias que remontam de uma época onde não havia meios de transporte ou de comunicação que possibilitassem o intercâmbio cultural e justificassem essas similaridades, autorizamo-nos a acreditar na realidade desse folclore ou, ao menos, em parte dele.
é claro que para explicar a existência de tantas criaturas mágicas, era preciso situá-las num contexto coerente. Assim, desde os tempos mais remotos, foram criadas diversas teorias sobre suas origens. Na versão escandinava, quando Odin matou o gigante Imer, milhares de pequenas lagartas saíram de seu corpo, das crisálias em que se transformaram saíram homenzinhos minúsculos, estes seriam os precursores do reino elemental. Os Celtas chamavam seus duendes de Sidhe e acreditavam que eles viviam num mundo intermediário, uma espécie de paraíso terreno, de onde saíram para ensinar aos seus protegidos, como bruxos e druidas, os grandes mistérios da natureza.
A tradição islâmica chama os espíritos travessos de Djins e afirma que eles foram criados por Alá a partir do fogo, sendo os intermediários entre os homens e os anjos. Os Djins, segundo a tradição, ajudavam os sábios e adivinhos a prever o futuro. Para tanto, subiam até a ante-sala do céu, de onde espionavam a conversa dos anjos a respeito do que estava por acontecer. Isso coincide com a antiga receita cigana de prever o futuro com uma bola de cristal. Há quem diga que o responsável pelo elo entre os mundos é o gnomo ou ser elemental que habita na pedra. Suposições?
O mundo em que vivemos reúne os reinos vegetal, mineral, animal e humano. Toda a matéria, todo corpo denso se encontra dentro desta realidade que chamamos de plano material ou terceira dimensão. Acima deste plano, no entanto, existem outros mais sutis, tão sutis que nosso poder de visão, cristalizado no mundo material, não alcança sua vibração. Por isso, tais planos se tornam invisíveis aos nossos olhos, a não ser para aqueles que possuam algum poder de clarividência.
São nesses mundos superiores que se encontram os elementais, seres feitos de pura energia, por isso chamados de espíritos da natureza. Seriam estes seres os responsáveis por passar para o mundo físico, ou seja, plantas, flores, pedras, animais, etc., toda a energia necessária para que tudo possa crescer, viver e permanecer. Seriam uma espécie de condutores de vida, que trazem a energia de cima ou planos superiores até nosso mundo, e é essa "liga" entre o mundo atômico e dévico (energia) que possibilita a construção das formas de tudo que existe.
Para interagir assim no nosso mundo, os elementais descem até a quarta dimensão, ou seja, o mundo etérico, por onde podem circular em suas formas mais densas e alojarem-se no duplo etérico das flores, plantas e todas as formas vivas. é assim que o elo é formado e a energia pode ser transmitida.
Mesmo que não possamos vê-los, os duendes, fadas e demais seres mágicos sempre estarão perto de nós, seja numa árvore, jardim ou planta que temos dentro de casa. Não é novidade que as plantas crescem e se desenvolvem melhor se forem tratadas com carinho e atenção. Muita gente, mesmo quem nunca ouviu falar de elementais, concorda que o trabalho com a terra é uma excelente terapia. Esses seres são capazes, através das vibrações que emanam, de nos transmitir sua alegria e bem estar, afinal sentem-se bem quando estamos em harmonia com a natureza, uma obra de sua autoria.
Os seres mágicos sempre estão prontos para colaborar conosco; são capazes de executar tarefas mágicas, abrir caminhos, trazer a harmonia e nos conduzir através de muitos sinais.
O universo destes seres é encantado e seus benefícios, ilimitados. Para usufruir disso tudo, porém, é preciso antes de mais nada, acreditar, é claro, dedicar à natureza, em todas as suas formas, carinho, afeição e principalmente, muito respeito. Depois é com cada um, os caminhos existem por todos os lados, só não encontra quem não sabe procurá-los com os olhos do coração.
Fonte: Alemdalenda
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
a magia dos elementos
A partir desses elementos todas as coisas foram formadas, de acordo com o pensamento mágico. Nosso conhecimento científico atual, que sustenta haver muitos outros "blocos de construção", não contraria este princípio; é apenas uma versão mais elaborada.
Não é nada sábio encarar os quatro elementos em termos puramente físicos. Terra, por exemplo, refere-se não apenas ao planeta no qual vivemos, mas também ao fenômeno terreno, da base e da estabilidade. Similarmente, o Fogo é muito mais do que a labareda.
Uma vez que esta é a magia da Natureza, utilizando poderes, instrumentos e símbolos naturais, é importante compreender tais poderes. Um dos meios de fazê-lo é por intermédio do estudo dos elementos.
O sistema elemental foi elaborado e aprimorado na Renascença, mas sua raízes se estendem muito mais para trás na história. Pode ser visto apenas como um conveniente sistema de organização para os diversos tipos de magia. Pode também ser encarado como o real sistema de poderes que podem ser acessados para auxiliar em encantamentos e rituais. Cabe a você definir o modo como os vê.
Apesar de os elementos serem descritos como "masculinos" e "femininos", isso não deve ser encarado de maneira preconceituosa. Assim como todos os sistemas da magia, isso é simbólico – descreve os atributos básicos dos elementos em termos facilmente compreendidos. Não significa que seja mais masculino praticar magia do Fogo, ou que a magia de Água seja mais apropriada para mulheres. É apenas um sistema de símbolos.
Planos de existência
A maioria de nós de algum modo ouviu falar nos chamados `Planos de Existência', ou as várias e facetadas dimensões nos quais os corpos podem ser encontrados, e que podem também serem nomeados como as "Dimensões Ocultas".
Os Planos de Existência são metafísicamente observados nas Tradições Misteriosas da Wica, como dimensões paralelas, onde ambas podem de certa forma serem alcançadas (isto depende enormemente de qual destas estariamos tratando) e interligadas. Algumas destas dimensões sutis são normalmente reflexivas ao Plano Físico, e, todas estas recebem influencias deste como um efeito de `reação em cadeia' tanto dos planos superiores ao plano físico, quando do plano físico aos superiores. Assim uma ação desencadeada no plano físico será elevada aos planos superiores, e vice-versa. O que por sua vez, assim podemos relaciona-la à máxima mágica, ou, ao Dogma Wicano que dita que `O Superior é como o Inferior' ou, que mundo físico é um reflexo do mundo superior (o mundo material é um espelho dos planos superiores e tudo o que existe aqui existiu antes como forma de energia sutil).
No ínício as localizações em termos ocultos eram divididas em apenas três planos, como, alto, médio e inferior. Porém com o passar dos anos estas sofreram alterações se dividindo até alcaçarem inúmeras frações de vários, e ou de um mesmo plano.
O Plano Astral é observado como um espaço/tempo paralelo ao plano físico, no qual de acordo com as vibrações em que algo possa vir a atingir, este pode acessa-lo. Logo ele é assim permissivel à mente e ao espírito que através de certos processos, como, por exemplo, o do sonhos, pode-se neste viajar . O plano denso ou físico é um plano relativo às formas, as densidades e a composições materiais. Já o Plano Astral esta para as forças sutis, ou às vibrações. Muitas vezes descrito como Luz Astral, a 'unidade palpável' dentro do Plano Astral pode ser moldada e conduzida através de nossas emoções e pensamentos, desta forma nós bruxos, podemos sob determinados aspectos, concebemos a eficácia de um deteminado sortilégio através da ação direta neste plano. Porém esta unidade,ou "material moldável" também pode receber influencias tanto de planos inferiores, como de planos superiores, o que a reserva de certa forma às aceitações de Seres superiores (como é o caso dos Guardiões dos Quadrantes) para que o desejo lançado através destes planos possa então ser densificado e concretizado.
Como o Plano Astral existe em uma forma vibratória elevada, este se torna assim invísivel a nossa visão comum. Contudo, membros treinados, ou médiuns, podem olhar entre o véu que separa os planos e vislumbra-lo (muitas das vezes em uma coloração azulada, devido a cor do Centro Frontal).
O Plano Astral é encontrado entre o Plano Elemental e o Plano Mental. Como podemos ver na numerção descrita abaixo:
1. O Plano Superior;
2. O Plano Divino;
3. O Plano Espiritual;
4. O Plano Mental;
5. O Plano Astral;
6. O Plano Elemental;
7. O Plano Físico;
Como descrito neste trecho abaixo podemos colocar o Plano Astral como uma localização em si, no qual esta Dimensão etéria, podeiria assim possuir uma vastidão tão grande quanto a dos Planos densos. Assim:
"... A 'Geografia' do plano astral"... É o caminho lógico que nos conduz ao nosso assunto. Porque antes de observarmos os habitantes de um novo país, costumamos colher conhecimento do próprio país, familiarizando-nos com seus montes e vales, seus rios e lagos, suas planícies, serras e várzeas. Empregando, pois, a mesma figura de discurso, vamos agora tomar uma pequena lição de 'geografia' do plano astral...
Porém, antes de tudo, relembrai-vos que o plano astral não é um país, não é um lugar, no sentido usual do termo. Suas dimensões não são as do espaço, porém as de vibração.
Poderíamos dizer, talvez, que as dimensões do plano astral são as dimensões do tempo, porque as vibrações podem ser medidas unicamente quanto ao movimento, e este pode ser determinado só em termos de tempo. Isto é verdade concernente a todas as vibrações, tanto às da energia astral, como às das formas inferiores de energia. As vibrações de luz medem-se em termos de tempo; isto quer dizer: tantas vibrações num segundo, tantas num minuto, etc. Quanto mais alto o grau de vibração, tanto maior o grau de rapidez que a vibração manifesta. Os antigos ocultistas tinham razão quando diziam que há um grau de vibração tão infinitamente rápido que parece ser um repouso absoluto e imóvel! Deste extremo descemos, degrau por degrau, até às formas mais grosseiras de matéria, onde achamos um grau de vibração tão lenta que igualmente se assemelha à imobilidade.
A substância do plano astral é muito mais sutil do que a do plano material; as suas vibrações são muito mais altas, isto é, mais rápidas do que as mais sutis formas da substância material. Existe, porém, um campo muito mais largo entre as vibrações dos planos mais baixos e os mais altos. Com efeito, a diferença entre o plano mais baixo do astral e o mais alto plano material, é menor do que a diferença entre o mais baixo e o mais alto plano do mundo astral mesmo. Assim, pois, entre estes dois extremos das vibrações astrais temos um território igualmente grande como o teríamos no plano material, com a diferença, entretanto, que o território material se mede pelas dimensões do espaço, e o do astral só se pode medir em termos de vibração ou tempo, mas não em termos de espaço..."
Algumas Orações
Orações Diárias
Oração aos Elementais
Pequeninos guardiões,
Seres da luz infinita.
De dia me tragam a paz,
De noite, os dons da Magia.
Invisíveis guardiões,
Protejam os quatro cantos da minha alma,
Os quatro cantos da minha casa,
Os quatro cantos do meu coração.
Enviada por: Diogo de Lima (diogrosvp@bol.com.br)
Oração Diária
Grande Mãe,
Que eu tenha hoje e a cada dia
a força dos céus, a luz do Sol,
o resplendor do fogo, o brilho da Lua,
a presteza do vento, a profundidade do mar,
a estabilidade da terra e a firmeza da rocha
Que Assim Seja e Assim se Faça...
Blessed Be...
Enviada por: Vanessa Alexandrina (nessa_mystica@yahoo.com.br)
Antes das refeições
Da floresta e do córrego;
Da montanha e do campo;
Da nutritiva produção Fértil da Terra;
Eu agora compartilho
Da energia divina;
Que ela possa me emprestar saúde.
Fortalecer-me e amar-me.
Abençoado seja.
Fonte: 'Vivendo a Wicca', de Scott Cunningham
Prece á mãe terra
Abençoado seja o Filho da Luz que conhece sua Mãe Terra,
Pois é ela a doadora da vida.
Saibas que a sua Mãe Terra está em ti e tu estás Nela.
Foi Ela quem te gerou e que te deu a vida,
E te deu este corpo que um dia tu lhe devolverás.
Saibas que o sangue que corre nas tuas veias
Nasceu do sangue da tua Mãe Terra.
O sangue Dela cai das nuvens, jorra do ventre Dela,
Borbulha nos riachos das montanhas,
Flui abundantemente nos rios das planícies.
Saibas que o ar que respiras nasce da respiração da tua Mãe Terra.
O alento Dela é o azul celeste das alturas do céu
E os sussurros das folhas da floresta.
Saibas que a dureza dos teus ossos foi criada dos ossos de tua Mãe Terra.
Saibas que a maciez da tua carne nasceu da carne de tua Mãe Terra.
A luz dos teus olhos, o alcance dos teus ouvidos,
Nasceram das cores e dos sons da tua Mãe Terra,
Que te rodeiam feito as ondas do mar cercando o peixinho,
Como o ar tremelicante sustenta o pássaro.
Em verdade te digo, tu és um com tua Mãe Terra,
Ela está em ti e tu estás Nela.
Dela tu nasceste, Nela tu vives e para Ela voltará novamente.
Segue portanto as suas leis,
Pois teu alento é o alento Dela,
Teu sangue o sangue Dela,
Teus ossos os ossos Dela,
Tua carne a carne Dela,
Teus olhos e teus ouvidos são Dela também.
Aquele que encontro a paz na sua Mãe Terra,
Não morrerá jamais.
Conhece esta paz na tua mente,
Deseja esta paz ao teu coração,
Realiza esta paz com o teu corpo.
Evangelho dos Essênios
Fonte: Lobo do Cerrado
Alguns instrumentos wiccas
O altar
Sempre que possível, uma bruxa deve ter seu Altar, que deverá ser seu ponto de ligação com os Deuses. Não precisa ser nada complicado ou luxuoso. Tradicionalmente, ele deve ficar ao Norte. Uma vela preta é colocada a Oeste simbolizando a Deusa, e uma vela branca a Leste para o Deus. No Altar deve estar o Cálice e o Athame, o Pentagrama, a Varinha e outros objetos utilizados nos rituais. Também é comum se colocarem símbolos para os Quatro Elementos, como uma pena para o Ar, uma planta para a Terra, uma vela vermelha ou enxofre para o Fogo, e, logicamente, água para esse mesmo elemento. Muitas pessoas colocam um símbolo para a Deusa e o Deus, como uma concha e um chifre, ou mesmo estátuas e gravuras dos Deuses. Deve ser criativo, pois o Altar é o um espaço pessoal, onde deve ser colocado amor. Se, por algum motivo, não for possível montar um Altar, pode ser um espaço na sua imaginação, pois o verdadeiro Templo está dentro de você, ou vá para a Natureza e faça dela o mais lindo de todos os santuários.
Pentáculo
O Pentáculo é normalmente um disco, um prato de metal ou madeira com a figura de Pentagrama dentro de um círculo. Ele é usado para consagrar várias outras ferramentas. É também utilizado como um ponto focal de concentração. É associado ao elemento Terra e seu ponto cardeal. Alguns Bruxos usam um Pentáculo para invocar qualquer elemento da Natureza. Você poderia fazer seu próprio Pentáculo com argila ou com uma pedra, pintando o símbolo do Pentagrama sobre o material escolhido. Ele é utilizado para consagrar ervas e para carregar magicamente um talismã ou qualquer instrumento que precise de uma dose de energia extra, e é utilizado também para proteção. Representa a ligação do Bruxo com os Deuses.
Chave Mágica
Para fazer uma chave mágica recorra aos materiais que a Natureza oferece, como gravetos, folhas etc. Faça a chave mais bonita que puder. Com ela você será capaz de abrir todas as portas. Pendure-a na entrada do seu quarto; sempre que tiver um desejo profundo, pegue a chave sem sua mão e com sua imaginação abra a porta que esconde seus desejos.
Sino
O sino de cristal ou de latão é freqüentemente usado pelos bruxos para sinalizar o início e fechamento de um ritual ou Sabbat, para invocar um espírito ou deidade em particular e para despertar os membros do Coven que estão em meditação. Os sinos são tocados também em vários ritos funerários wiccanos para abençoar a alma do bruxo que cruzou o reino dos mortos.
Livro das Sombras
O livro das sombras (também conhecido como Livro Negro) é o diário secreto no qual o bruxo registra seus encantamentos, invocações, rituais, sonhos, receitas de várias poções pessoais e outros assuntos. Um livro desse tipo pode ser mantido por um indivíduo em separado ou por todo um coven. Quando ocorre a morte do bruxo, o livro das sombras pode ser passado para seus filhos ou netos, mantido pela Alta Sacerdotisa e pelo Alto Sacerdote do coven (se o bruxo for membro de um deles no momento de sua morte) ou queimado para proteger os segredos da arte. Qualquer que seja a decisão tomada, ela naturalmente depende dos costumes daquela determinada tradição wiccana ou da vontade pessoal do bruxo.
Punhal ou átame (athame)
O punhal é uma faca ritualística com cabo preto e lâmina de fio duplo, tradicionalmente gravada ou cunhada com vários símbolos mágicos e astrológicos. Representa o antigo e místico elemento ar, símbolo da força da vida, e é usado pelos bruxos para traçar círculos, exorcizar o mal e as forças negativas, controlar e banir os espíritos elementais, guardar e direcionar a energia durante os rituais. Utiliza-se o punhal com cabo branco (bolline) somente para cortar varetas, colher ervas para magia ou para cura, esculpir a tradicional lanterna de Samhain e gravar runas e outros símbolos mágicos em velas e talismãs.
Bolline
O Bolline é uma faca com o cabo branco. Ele é utilizado na colheita de ervas, na construção de talismãs e amuletos mágicos. Existem alguns modelos de Bolline na forma de uma pequena foice, totalmente de prata, em alusão ao antigo Instrumento dos Druidas para a colheita de ervas que possuía esta forma. Ele é um Instrumento opcional, visto que muitos Bruxos usam o átame para desempenhar a função de colher as ervas e construir talismãs.
Vareta
A vareta (também conhecida como Bastão de Fogo) é um bastão fino de madeira, feito de um galho de árvore. Representa o antigo e místico elemento fogo, é símbolo de força, de vontade, e de poder mágico do bruxo que o possui. A vareta de acordo com vários compêndios de magia, deve ter aproximadamente 50 cm de comprimento. é usada para invocar as salamandras (elementais do fogo) em determinados tipos de rituais, traçar círculos, desenhar símbolos mágicos, direcionar a energia e mexer bebidas no caldeirão. Varetas de freixo são usadas em ritos de cura, as de sabugueiro para consagração e banimentos, as de acácia e aveleira para todos os tipos de magia "branca". As de carvalho servem para magia druídica e solar. Em magias lunares para invocar à Deusa, magia de desejo e ritos de cura usamos varetas de salgueiro e sorveira.
Caldeirão
O caldeirão é um pequeno pote escuro de ferro fundido que combina simbolicamente as influências dos quatro antigos e místicos elementos e que representa o ventre divino da Deusa Mãe, sendo utilizado pelos bruxos para vários propósitos como ferver poções, queimar incenso e guardar carvão, flores, ervas ou outros elementos mágicos. O caldeirão pode ser usado também como instrumento para divinação - muitos bruxos enchem seu caldeirão com água na noite de Samhain e os utilizam como espelho mágico para olhar o futuro ou o passado.
Cálice
O cálice (também conhecido como taça ou vaso sagrado) representa o elemento água e é usado no altar durante os rituais.
Colher de Pau
A colher de pau da cozinha pode transformar-se num potente instrumento mágico. Escolha uma colher nova e passe-a nove vezes pelo fogo. Depois, mergulhe-a na água e por fim jogue sobre ela três pitadas de sal. Use-a normalmente na cozinha, impregnando seus alimentos com amor. E não pense duas vezes antes de usá-la como "varinha de condão".
Espelho Mágico
Esta é uma antiga prática irlandesa muito utilizada pelos camponeses. Pegue um espelho e unte-o com uma mistura de sal e limão. Aguarde uma noite de Lua Crescente e "aprisione-a" no espelho (refletindo nele sua imagem). Seu espelho estará magnetizado, sempre que quiser peça para que a Luz, que agora mora dentro dele, ilumine seus caminhos.
Espada Cerimonial
A espada cerimonial representa o elemento fogo e é o símbolo da força do bruxo. Em certas tradições wiccanas, a espada cerimonial é usada no lugar do punhal de cabo preto pela Alta Sacerdotisa do coven, para traçar ou apagar um círculo. A espada, como o punhal, pode também ser usada para controlar e banir espíritos elementais e para guardar e direcionar a energia durante os rituais.
Vassoura
A vassoura é símbolo do magistério feminino e das forças purificadoras da natureza. Até hoje é costume "limpar" as energias negativas de uma casa varrendo-as para fora com uma vassoura desenhada com símbolos mágicos (pentagrama, círculo, taça, espada).
Buril
O buril é um ferro de gravar usado por muitos bruxos e magos para marcar ritualisticamente nomes sagrados, números, runas e vários símbolos mágicos e astrológicos em seus punhais, espadas, sinos de latão do altar, joalheria metálica e outras ferramentas da magia.
Sente o poder
Uma das melhores maneiras de se familiarizar com esse poder é pela memória. Temos o poder sempre: é o que mantém nosso corpo funcionando de modo correto. Nós o absorvemos pelos alimentos que comemos e o liberamos por exercícios físicos, trabalhos mentais e funções corpóreas simples, como piscar e respirar.
Uma vez que está sempre conosco, por vezes ele se manifesta.
Muitas pessoas já passaram por uma tempestade. Relâmpagos cortam os céus, o vento e a chuva desabam, e os céus ribombam em tremendos trovões. Tais tempestades costumam causar reações inesperadas.
Pode sentir um calafrio, tanto por medo como por admiração diante de uma demonstração espetacular dos poderes ilimitados da natureza.
Se puder se lembrar de uma tempestade especialmente violenta que lhe tenha causado calafrios, tente recapturar seus sentimentos. Evoque o momento, lembre-se de suas reações à tempestade.
Pode começar a se sentir carregado de energia. Seu pulso e sua respiração podem se acelerar, os músculos de seu corpo podem se contrair, e você pode começar a transpirar.
Essas alterações físicas são manifestações do aumento de energia que surge em seu corpo.
É a mesma energia utilizada na magia. Como já mencionado, muito dessa energia é gerado pela emoção. As reações emocionais às situações podem trazer resultados surpreendentes (a mulher frágil que ergueu um carro de cima da perna de seu filho, por exemplo) que parecem desafiar as leis normais.
Este não é o caso. Essas coisas são manifestações de outras leis da natureza ainda não descobertas pela ciência.
Uma vez que a emoção é um excelente modo de sentir o poder, uma forte reação emocional – como aquela à tempestade – é normalmente resgatada para auxiliar no fluxo do poder.
Obviamente seria ridículo erguer-se e reviver uma tempestade antes de cada encantamento. Simplesmente utilize este exercício para sentir a energia – a energia que se manifesta nos músculos tesos, na aceleração da respiração e dos batimentos cardíacos, e talvez na sudorese.
Uma vez que tenha sentido e seja capaz de senti-la voluntariamente, você pode gerar poder e enviá-lo durante seus encantamentos para elaborar sua necessidade.
Qualquer encantamento praticado nesse estado será muito mais eficaz do que um desprovido de emoção.
Novamente, use sua emoção relacionada à necessidade daquele encantamento em particular par atingir esse estado. Se precisar desesperadamente de 500 dólares para uma conta esquecida, inesperada ou vencida, despeje toda a sua concentração no encantamento. Mas reforce-o com a absoluta certeza de que você pode e vai atrai-lo a você.